Frida Kahlo

Magdalena Carmen Frida kaholo e Calderón nasceu em 6 de julho de 1907, em Coyoacán, Cidade do México. Era a terceira de quatro filhas do casamento de Matilde Calderón e Guillermo Kalho. Aos seis anos teve poliomielite o que provocou o emagrecimento de sua perna direita. Quando jovem ela tentava esconder as seqüelas da doença debaixo de calças, mais tarde debaixo de saias compridas mexicanas.

Seu pai fotografo de profissão, ensinou-lhe a usar a câmera, revelar, retocar e colorir, o que foi muito útil na sua pintura.

Era Interessada pelas ciências naturais, biologia e anatomia, e desejava ser médica. Na escola era membro de um grupo chamado “os bonés”, os membros eram identificados com uma boné de traficante. Era um grupo interessado na literatura e com idéias sociais-nacionalistas. Desta organização saíram mais tarde vários lideres da esquerda mexicana.

Em 1925, Frida sofreu um acidente ao bater de frente com um caminhão em que viajava com um trólebus. Frida ficou três meses na cama e no ano seguinte os médicos detectaram uma vértebra quebrada o que exigiu o uso de colete durante nove meses. Ela começo a pintar na sua cama através de um cavalete instalado na cama que lhe permitia pintar deitada. Ela tinha um espelho perto dela e foi assim que ela começo a pintar auto-retratos. Mais tarde falaria: “Eu me retrato porque passo muito tempo sozinha e porque sou o motivo que melhor conheço”.

Gostava de pintar frutas do seu jardim ou da feira local. Frida identificava-se com a natureza e personificava as frutas e verduras. A pequena folha da laranja faz pensar nas flechas, cravos e espinhos que perfuram seu corpo. Os cocos na sua forma de caveira, sentem a dor e choram junto com ela.

Além de excelente pintora era uma ótima cozinheira. Sua gastronomia favorita com certeza era a mexicana; primeiro aprendeu as bases da cozinha mexicana e depois, nas suas viagens pelo mundo, conheceu vários pratos diferentes que tentou fazer com ingredientes mexicanos. Sua obra culinária pode-se apreciar no livro editado há pouco tempo que leva o nome de “As festas de Frida”.

Frida adoeceu de pneumonia e morreu em 1954 de embolia pulmonar, mas no seu diário a última frase causou muitas dúvidas:

“Aguardo contente a saída e espero nunca mais voltar”

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